“O marco temporal é uma tese que provoca o apagamento da violenta e sistemática expulsão das pessoas indígenas”

Durante ato em Brasília lideranças indígenas e a Anistia Internacional apontam a grilagem de terras como o principal fator dos conflitos na Amazônia brasileira. Foto: Adi Spezia/Cimi

Daniela Huberty/COMIN-

O assessor jurídico de FLD-COMIN, Dailor Sartori Júnior, fez sua sustentação oral como amicus curiae, ontem (1º) à tarde, no julgamento que definirá o futuro das demarcações de terras indígenas no país.

Dailor reforçou que o marco temporal é uma tese que provoca o apagamento da violenta e sistemática expulsão das pessoas indígenas de suas terras ao longo do século XX, além de ser inconstitucional e integracionista.

Lembrou ainda que a adoção desta tese pode acarretar aos povos indígenas o aumento das “condições para a criação de fatores de risco de crimes de atrocidade, principalmente o genocídio” e “maior vulnerabilidade destes grupos pela perda do vínculo com a terra.”

ASSISTA ao momento em que os povos indígenas acompanhavam a sustentação diretamente da Praça dos Três Poderes.

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